Michelle Batista fala sobre sua carreira com o portal RG

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Michelle Batista fala sobre sua carreira com o portal RG

A atriz comenta sobre projetos profissionais atuais e futuros e ainda fala sobre posicionamento feminista

Michelle Batista ficou conhecida pelo seu papel em “Malhação”, em 2007, que interpretou Clarisse. Depois disso não parou, teve participação nos seriados “Os Buchas”, exibido em 2009, pelo Multishow, “Clandestinos – O Sonho Começou” em 2010, “Aline” em 2011, e “Louco por Elas” em 2012, e “Saramandaia”, em 2013, – exibidos pela Globo, além de “As Aventuras de Poliana” do SBT, e mais recente em “Amor Sem Igual” da Record TV.

Atualmente está embarcando em “Gêneses”, com a personagem Lia, que comentou com o portal RG: “Eu estou muito animada com a novela e com esse desafio. É gratificante em meio a uma pandemia estar entregando um conteúdo inédito para o público. Feliz em dar a vida a esta protagonista. Estarei em muitas cenas e acredito que  conseguirei mostrar muitas nuances da vida desta personagem tão encantadora e corajosa. Espero que o público se emocione tanto quanto eu. Estamos contando histórias poderosas, de amor, perseverança e fé. Em tempos como esses, isso pode ser algo muito positivo e inspirador.”

 

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E complementa: “A Lia é uma mulher bondosa, generosa e com muita fé na vida. Apesar de ser desacreditada por todos, ela não perde a esperança de viver um grande amor e ser feliz. É uma personagem inspiradora, pois ela é uma mulher de fibra, mas que também passa por momentos delicados em suas relações. Lia sabe do seu valor, mas também está buscando se encontrar no mundo, se fortalecer. Ela tem uma fé e resiliência que são verdadeiros atributos de inspiração nos dias de hoje.”

O assunto feminismo também foi pauta na entrevista, tema que a atriz responde enfática: “Sou feminista, sim, acho que sou uma mulher do meu tempo, consciente do poder que nós mulheres temos e busco sempre pensar nessas questões no meu dia a dia. Ser feminista não é uma receita pronta, é estar atenta e questionadora das nossas escolhas e do nosso lugar no mundo. É não rivalizar com outras mulheres, é acolher as manas, é se posicionar no mercado de trabalho. Mas é importante pensarmos que nem todas as manas têm as mesmas oportunidades. Dentro das lutas, é preciso olhar para os recortes. Então quando falamos de feminismo e seus avanços ou carências, temos que pensar: feminismo para quem? Isso já lança reflexão. E, claro, não podemos nos conformar com o que já conquistamos. É avançar cada vez mais! Porque o lugar da mulher é onde ela deseja e quer estar.”

Confira a entrevista na íntegra, clicando aqui. Aproveite e siga a Michelle nas redes sociais:

 

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